domingo, 9 de setembro de 2007

quarta-feira, 5 de setembro de 2007

Sobre a aula de hoje...

Estamos retomando nosso processo lentamente... Precisamos nos organizar, cuidando de nosso grupo e de nossos trabalhos. Cada um com sua senha, seu login e pensando na atividade proposta. Para todos um bom trabalho. Beijos...

domingo, 2 de setembro de 2007

Para meus queridos alunos...


Lendo aqui e ali, achei isso e lembrei de vocês...Ou melhor de nós...Das nossas eternas conversas...Fiquei encantada que coisa linda e profunda, e grande verdade, ninguém sabe ouvir mesmo só nesse silêncio podemos ouvir a voz de Deus dentro de nós.
Se não sabemos ouvir os outros, é porque não buscamos apreender em nós, mas com vontade de mudar chegamos lá. Então vamos buscar esse silêncio em nossa Catedral profundo onde Deus se encontra no amor verdadeiro que é nossa alma pedindo esse encontro com o Pai.

ESCUTATÓRIA

do escritor mineiro RUBEM ALVES

Sempre vejo anunciados cursos de oratória. Nunca vi anunciado curso de escutatória. Todo mundo quer aprender a falar. Ninguém quer aprender a ouvir. Pensei em oferecer um curso de escutatória. Mas acho que ninguém vai se matricular.Escutar é complicado e sutil. Diz Alberto Caeiro que "não é bastante não ser cego para ver as árvores e as flores. É preciso também não ter filosofia nenhuma". Filosofia é um monte de idéias, dentro da cabeça, sobre como são as coisas. Para se ver, é preciso que a cabeça esteja vazia.Parafraseio o Alberto Caeiro: "Não é bastante ter ouvidos para ouvir o que é dito; é preciso também que haja silêncio dentro da alma". Daí a dificuldade: a gente não agüenta ouvir o que o outro diz sem logo dar um palpite melhor, sem misturar o que ele diz com aquilo que a gente tem a dizer.Como se aquilo que ele diz não fosse digno de descansada consideração e precisasse ser complementado por aquilo que a gente tem a dizer, que é muito melhor.Nossa incapacidade de ouvir é a manifestação mais constante e sutil de nossa arrogância e vaidade: no fundo, somos os mais bonitos...Tenho um velho amigo, Jovelino, que se mudou para os Estados Unidos estimulado pela revolução de 64. Contou-me de sua experiência com os índios.Reunidos os participantes, ninguém fala. Há um longo, longo silêncio. (Os pianistas, antes de iniciar o concerto, diante do piano, ficam assentados em silêncio, abrindo vazios de silêncio, expulsando todas as idéias estranhas.). Todos em silêncio, à espera do pensamento essencial. Aí, de repente, alguém fala. Curto. Todos ouvem.Terminada a fala, novo silêncio. Falar logo em seguida seria um grande desrespeito, pois o outro falou os seus pensamentos, pensamentos que ele julgava essenciais. São-me estranhos. É preciso tempo para entender o que o outro falou. Se eu falar logo a seguir, são duas as possibilidades. Primeira: "Fiquei em silêncio só por delicadeza. Na verdade, não ouvi o que você falou. Enquanto você falava, eu pensava nas coisas que iria falar quando você terminasse sua (tola) fala. Falo como se você não tivesse falado".Segunda: "Ouvi o que você falou. Mas isso que você falou como novidade eu já pensei há muito tempo. É coisa velha para mim. Tanto que nem preciso pensar sobre o que você falou". Em ambos os casos, estou chamando o outro de tolo. O que é pior que uma bofetada. O longo silêncio quer dizer: "Estou ponderando cuidadosamente tudo aquilo que você falou". E assim vai a reunião. Não basta o silêncio de fora. É preciso silêncio dentro. Ausência de pensamentos. E aí, quando se faz o silêncio dentro, a gente começa a ouvir coisas que não ouvia.Eu comecei a ouvir. Fernando Pessoa conhecia a experiência, e se referia a algo que se ouve nos interstícios das palavras, no lugar onde não há palavras.A música acontece no silêncio. A alma é uma catedral submersa.No fundo do mar - quem faz mergulho sabe - a boca fica fechada. Somos todos olhos e ouvidos. Aí, livres dos ruídos do falatório e dos saberes da filosofia, ouvimos a melodia que não havia, que de tão linda nos faz chorar.Para mim, Deus é isto: a beleza que se ouve no silêncio. Daí a importância de saber ouvir os outros: a beleza mora lá também.Comunhão é quando a beleza do outro e a beleza da gente se juntam num contraponto.

DOMINGO?????

Como prometi na última postagem, estou retomando as publicações. Hoje estive lendo um material muito interessante...O atual contexto mundial apresenta um novo processo de estruturação das diferentes sociedades, devido a uma mudança de paradigma, ocasionada principalmente em função dos grandes avanços, que deram maior agilidade à informação e a tecnologia e promoveram o que se chama de mundialização. Nesse contexto de profundas transformações, a questão social se apresenta a partir da produção e distribuição de riquezas, traduzindo-se pela erosão dos sistemas de proteção social, pela vulnerabilidade das relações sociais e pelo questionamento da intervenção estatal.
Considerando essa proposição o livro Desigualdade e questão social, organizado por Mariângela Belfiore Wanderley, Lucia Bógus e Maria Carmelita Yazbek, como resultado das reflexões do Seminário Internacional sobre a questão social no contexto da globalização, em 1996, tem por objetivo traçar um paralelo entre as reflexões sobre a questão social na Europa, com ênfase na realidade da França com as análises realizadas na América Latina.
As autoras consideram que as temáticas da desigualdade e da questão social continuam atuais, isto porque tem se observado um acirramento destas, o que demonstra a necessidade de indicar fatos e interpretações que sustentem os desafios que a globalização tem promovido no que se refere ao social.
Nessa perspectiva o primeiro texto ao abordar sobre as armadilhas da exclusão considerando a situação da França, diz que esta vem se impondo como uma forma de definir todas as modalidades de miséria do mundo. No entanto, segundo o autor há necessidade de distinguir as diferentes formas de exclusão, embora elas apresentem traços comuns. Isso se faz necessário na medida em que se corre o risco de confundir duas lógicas heterogêneas: a primeira de que a exclusão procede por discriminações oficiais; outra que consiste em processos de desestabilização, como degradação das condições de trabalho ou a fragilização dos suportes de socialibilidade.
A primeira modalidade de exclusão implica na supressão completa da comunidade, como foi o caso dos judeus, mouros, etc; uma segunda modalidade implica na construção de espaços fechados e isolados da comunidade no seio da comunidade, como guetos, asilos, prisões, etc; uma terceira modalidade quando certas categorias da população se vêem obrigadas a um status especial que lhes permita coexistir na comunidade, mas com privação de certos direitos. Qualquer uma dessas modalidades emana de uma ordem de razões proclamadas, ou seja, sendo ela total ou parcial, definitiva ou provisória ela é sempre o desfecho de procedimentos oficiais, sendo uma forma de discriminação negativa que obedece a regras estritas de construção.
Para o autor a terceira modalidade constitui-se na maior ameaça dentro da conjuntura atual, havendo necessidade de se tomar alguns cuidados: primeiro não chamar de exclusão qualquer disfunção social; segundo, cuidar para que as medidas de discriminação positivas não se transformem em status de exceção; e terceiro, que toda luta contra a exclusão seja considerada primeiramente em seu modo preventivo e não assistencial.
Sob esse mesmo ponto de vista, ao abordar sobre a questão social na América Latina e Caribe, destaca a necessidade de construção de um processo alternativo, que integre todas as dimensões da vida social, incorporando concretamente a dimensão mundial dos problemas. Isto significa apoiar-se em projetos que fortaleçam as redes de resistência, solidariedade e vontade material de transformação. Nesse sentido, considera que a superação da questão social se localiza num tempo de difícil previsão. No entanto, aponta que para todas as soluções propostas, sejam elas a curto, médio ou longo prazo, é necessário um compromisso social ativo de se ter esperança baseada na possibilidade dos povos latinos serem capazes de compreender, explicar e mudar a sua realidade social.
Esta necessidade se faz urgente na medida que não há receitas para resolver a questão social que se apresenta de diferentes formas em diferentes paises e exige então diferentes formas de ser superada. No entanto, há situações que apontam para uma mesma reflexão. A primeira dela diz respeito às transformações no mundo do trabalho e do emprego que exigem novas prerrogativas, em função da insustentabilidade do atual processo.
Em função da sua importância do tema são várias as abordagens que buscam definir esse social. Há uma dada visão que considera que o social está subordinado ao econômico, o que significa dizer que, se o econômico estiver bem, o social será atendido de modo adequado. Fato esse que não se apresenta em vários paises onde o projeto social tem sido adiado indefinidamente, já que o crescimento econômico está na valorização dos bens materiais superando a valorização do ser humano. Uma segunda ótica, identificada com a concepção da primeira, compreende o social numa perspectiva setorial, implicando, portanto em uma dimensão da sociedade. Já uma terceira ótica, apresenta uma abordagem mais restrita, alegando que as desigualdades sociais são históricas e não responsabilidade dos governos e requerem um longo tempo para serem resolvidas. Essas três visões imperam nos governos municipais, estaduais e federal no Brasil.No entanto uma outra concepção o social compreende o conjunto das ações e relações, tanto de cooperação como de conflitos, integração ou ruptura que se estabelecem entre indivíduos, grupos. Esse social implica em um social fundado no público que tem por natureza o universal. Deveria ser essa a concepção dos governos, ou seja, de atendimento universal e não parcial de toda a população. Isso só é possível se essa concepção estiver presente na vontade, na convicção, nos objetivos e nas práticas governamentais. Para tanto, Boaventura dos Santos sugere a necessidade de um novo formato de Estado e da busca de alternativas concretas de sociabilidade que contemple conhecimento como emancipação. São informações para quem gosta de pensar um pouco além do que vive.

quinta-feira, 30 de agosto de 2007

Retomando as publicaçoes


Depois de um longo período sem publicar nada, estamos retomando nossas atividades. Quero então aproveitar para dizer que estava com saudade e lembrar vocês, meus alunos da 5ª série B, que vocês venceram muitos desafios, mas os mais difíceis, estão ainda por vir. Parabéns para nós pelo trabalho já realizado. Vamos em frente e com vontade de fazer diferente e melhor, pois acredito que todos somos capazes. Beijos...

segunda-feira, 18 de junho de 2007

Revisando o seu blog



Durante o final de semana dei uma olhadinha no blog de todos os alunos e observei que muitos estão incompletos. Isso está acontecendo porque vocês esquecem de salvar depois de produzir o texto. Então hoje é dia de revisar o seu blog e o de seus colegas. Aí está a foto do filhão.

segunda-feira, 11 de junho de 2007

Andei pesquisando sobre a origem do dia dos namorados



Enquanto na Europa e na América do Norte se comemora o Dia dos Namorados a 14 de Fevereiro, Dia de São Valentim, no Brasil celebra-se a 12 de Junho, véspera do dia dedicado a Santo António. O costume de aproveitar este dia para oferecer algo a quem se ama, teve início em 1949 quando o técnico de publicidade João Dória - na altura a trabalhar para a Agência Standard Propaganda - encetou uma campanha para melhorar as vendas da extinta loja Clipper no decorrer de Junho - na altura um mês bastante fraco para o comércio - lançando o slogan "Não é só de beijos que se prova o amor". O êxito foi imediato, tendo a Standard ganho o título de agência do ano. A idéia estava lançada! Com o apoio da Confederação de Comércio de São Paulo e o júbilo de todos os comerciantes, institui-se o 12 de Junho como uma data especial com direito a troca de presentes, que podem ser simples postais virtuais, ramos de flores, caixas de bombons, ou milhares de outras sugestões que todas as lojas, nesta época, tentam vender aos apaixonados. E tudo isto para afirmar "Eu Te Amo!"... A escolha de Santo António como padroeiro dos namorados deve-se ao fato de a tradição o apontar como casamenteiro. Conta-se que este santo português, durante o tempo em que esteve em França, se dirigiu a um povoado onde casar era considerado um pecado. No local, o santo pregou sobre a importância da formação das famílias, vindo daí o qualificativo que o tornou popular como santo casamenteiro. Como namorado tem haver com amor, leiam poema...

AMOR É FOGO QUE ARDE SEM SE VER

Amor é fogo que arde sem se ver
É ferida que dói e não se sente
É um contentamento descontente
É dor que desatina sem doer
É um não querer mais que bem querer
É solitário andar por entre a gente
É nunca contentar-se de contente
É cuidar que se ganha em se perder
É querer estar preso por vontade
É servir a quem vence, o vencedor
É ter com quem nos mata lealdade.
Mas como causar pode seu favor
Nos corações humanos amizade,
Se tão contrário a si é o mesmo Amor?

domingo, 10 de junho de 2007

BUSCANDO NOSSAS ORIGENS



Já buscamos o significado de nossos nomes. Alguns não acharam, mas mesmo assim podem comentar um pouco, como seu nome foi escolhido, se você gosta desse nome e ainda se o significado de seu nome tem algo parecido com você. Depois vamos pesquisar um pouco sobre os municipios de onde viemos. Um feliz dia dos namorados para cada um de nós, pois conhecendo vocês, acredito que tenham alguém muito especial no coração.

segunda-feira, 4 de junho de 2007

Construindo o texto com o significado do nome


Hoje, depois de pesquisar o significado do nome, vocês devem elaborar um texto, contando o que significa o nome de cada um. Caso não encontre o significado, procure lembrar porque você recebeu esse nome.

segunda-feira, 28 de maio de 2007

Conhecendo o significado do nome


Hoje vamos conhecer um pouco mais sobre nós. Para tanto, vamos pesquisar a origem do nosso nome e contar a história de como ele foi escolhido pelos nossos familiares. Sob orientação da professora Lilian, vamos pesquisar na Internet. Mãos a obra: Entre no site do Google e digite SIGNIFICADO DOS NOMES. Procure o seu nome ou uma variação dele e transcreva para o seu blog. Faça uma introdução dessa atividade, explicando o que você está fazendo.

quinta-feira, 24 de maio de 2007

Nossas falas, nossas origens...


Nossa turma apresenta diferentes experiências de vida mostradas em suas falas. Desse modo, nossa sala é um laboratório de "ampliação do vocabulário", coloquial é claro, mas rico de significados. Conhecendo essas expressões e seus significados, estaremos nos conhecendo melhor, pois cada um traz em seus gestos e expressões um pouco de sua história. Nosso projeto compreende o estudo dessas expressões, localizando-a no tempo e no espaço de cada um. Esperamos mostrar a beleza de nossa língua e o quanto ela mostra quem somos, como somos e como construímos nossa história através dela.

quarta-feira, 23 de maio de 2007

Iniciando nossas aulas...


Buscamos construir o perfil de cada um dos alunos elaborando um texto de apresentação do grupo. Nesta atividade os alunos precisaram pensar e organizar as palavras, buscando familiarizar-se com o teclado. Essa dificuldade de digitação dificulta a escrita correta das palavras, bem como o cuidado com a pontuação.No entanto é uma atividade que permite a reflexão da língua escrita, considerando a preocupação com esse espaço, já que muitos outros terão acesso ao blog. Nessa perspectiva, estamos construindo nosso projeto...

sexta-feira, 11 de maio de 2007

Boas vindas!


Este é um blog criado nas aulas de Língua Portuguesa com a turma da 5ª série B. Através dele nós vamos desenvolver um projeto de estudo nas aulas de informática. Pretendo utilizá-lo como ferramenta para orientar e trocar idéias com meus alunos, colegas e demais colaboradores sobre o tema de pesquisa e sobre outras formas de realizar esse trabalho. Aguardo sua visita e por enquanto, boas vindas!